terça-feira, 25 de junho de 2013

A MENINA QUE ODIAVA LIVROS

Este vídeo mostra o quanto o livro nos faz viajar e aumentar a nossa imaginação! Nosso grupo decidiu postá-lo porque nos mostra a importância do estímulo à leitura. Ler não pode ser obrigação, mas sim
um prazer. Viva a leitura!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem - Avestruz Publico alvo: 7º ano Em torno de 6 aulas Justificativa: Levar o aluno a ler de forma crítica abordando todos A)Antes da leitura Fazer sondagem , com questões: Conhece o avestruz ¿ E seu habitat¿ Qual será o assunto do texto¿ Você acha que neste texto haverá um avestruz¿ B) Durante a leitura Leitura silenciosa e depois leitura compartilhada C) Depois da leitura Sublinhar as palavras desconhecidas e procurar no dicionário Oralmente o professor vai orientando para que o aluno: Deduza o local, classe social da criança, como se chegou a essas deduções. E finalmente é perguntado se avestruz é um presente adequado para quem mora em apartamento. Para um maior aprofundamento, o professor ainda, oralmente, abre um debate sobre o tema: Os pais devem atender a todos os pedidos dos filhos¿ D) Avaliação Elaboração de um texto descritivo, através de gravura do Avestruz
Texto: Meu primeiro Beijo (Antônio Barreto). Situação de aprendizagem

Público alvo: alunos do 9 ano.

Tempo previsto: 6 aulas.

1 MOMENTO: Aquecimento
Colocar fixado na lousa várias cenas de beijo e pedir para os alunos observar e descrever o que estão vendo, criar um clima para que eles se envolvam na aula.
2 MOMENTO: Fazer a leitura o texto, mas parar no climax, fazendo com que os alunos deduzam o que vai acontecer, deixando um ar de mistério, em seguida finalizar a leitura, falar um pouco sobre o autor e depois abrir um espaço para os alunos falarem do que acharam do texto.
3 MOMENTO
Falar para os alunos sobre o gênero textual e em seguida pedir uma produção de texto, sendo um realto pessoal so primeiro beijo.
MEU PRIMEIRO BEIJO - Antonio Barreto- situação de aprendizagem
PÚBLICO - ALVO: 8º e 9º anos
Tempo previsto: 5 a 6 aulas

- Podemos começar a abordar o texto pedindo uma leitura coletiva por parágrafos;
- A seguir, o (a) professor(a) faz a leitura oral do texto;
- Checagem de hipóteses - vivência dos alunos;
- Localização de informações( quanto à linguagem o texto é de fácil ou de difícil compreensão?);
- Inferência local/global - pelo vocabulário utilizado no texto, é possível saber que tipo de aluno é "Cultutra Inútil"/Paracelso/ bactéria falante? Que palavras são essas? O que elas podem significar no contexto? De que série/ano vocês acham que o casal do texto era?
(vide  também as palavras glicose, metabolismo, perdigotos, albumina, matérias graxas, ofegante, transposto). Ainda em inferência global: o primeiro beijo dos personagens deste texto aconteceu em um ônibus. Por que será que o autor escolheu este lugar para um primeiro beijo entre dois adolescentes? Neste momento, o (a) professora pode discutir oralmente com os alunos: e o primeiro beijo de vocês? Onde foi? Foi em algum lugar especial? 
- Percepção das relações de intertextualidade - como são as relações dos discursos do texto comparados com a realidade vivenciada pelos próprios alunos. Outra possibilidade é comparar a experiência do primeiro beijo em outros textos. Um deles é Dom Casmurro, de Machado de Assis, no famoso capítulo XXXIII, o penteado, onde Bentinho tem a experiência do primeiro beijo com Capitu. Pode-se ler este capítulo do livro e comparar com o texto de Antonio Barreto: como foi a sensação do primeiro beijo entre os personagens dos dois textos? Que diferenças e semelhanças há?
- Outro aspecto do texto de Antonio Barreto a ser discutido é o modo como Paracelso/Cultura Inútil/ bactéria falante descreve o beijo e seus efeitos no corpo humano, cuja descrição é feita de maneira científica, o que, muito provavelmente, poderia causar repulsa, não um convite;
- Pode-se também fazer uma atividade de intertextualidade com músicas que falem do beijo de uma forma diferenciada;

- Por fim, pode-se pedir que os alunos façam por escrito como foi a experiência do primeiro beijo, em forma de crônica ou pedir que escrevam uma resenha sobre este capítulo do livro Balada do primeiro amor.

quarta-feira, 5 de junho de 2013


Meus primeiros contatos com a leitura foram no período em que eu estava me alfabetizando, por volta dos 6,7  anos. E o primeiro incentivador de leitura que eu tive foi o meu pai. Toda noite, quando ele chegava do trabalho, ele trazia o jornal. E eu, curiosa, ficava olhando aquilo:”Por que papai compra jornal todo dia pra ler? Deve ser legal ler jornal”. E comecei a ler jornal na infância. E gostei da experiência. E eu lia tudo, não só as tirinhas e charges, que é o que as crianças mais gostam de ler. Acredito que meu pai, observando isso, viu que eu gostava de ler. E então, passou a comprar enciclopédias: História Universal, História do Brasil, Animais, enfim, cresci lendo jornal e enciclopédias. Sem perceber, estava me tornando uma leitora “de carteirinha”.

Lembro-me  com carinho das minhas primeiras experiências de leitura e escrita.  Como sempre fui tímida, tinha vergonha de me expor oralmente. Então, canalizava minhas ideias na escrita. Lembro-me de uma vez ter ajudado meu irmão caçula a fazer uma narração, eu tinha uns 9 anos. E meu irmão depois me mostrou a redação dele. Tinha muitos elogios  escritos da professora. Me senti orgulhosa. E essa experiência me motivou a escrever ainda mais. No ginásio, líamos os famosos livros da Coleção Vagalume, livros que despertavam a imaginação e criavam o gosto pela leitura. No colegial, tive uma professora, Yoko, que nunca me esqueço: com ela aprendi a amar Machado de Assis, hoje, meu escritor favorito.  Se hoje amo literatura e escrita, agradeço às professoras que tive e ao meu pai. Porque acredito no seguinte princípio: para ser um bom escritor, você precisa primeiro, ser um bom leitor.

 

terça-feira, 4 de junho de 2013

A grande descoberta

Caros colegas.
Não me recordo na minha infância de ter lido algum livro ou de alguém ter me oferecido, meus pais na época não tinham estudo, minha mãe não sabia ler. Eu comecei a sentir o gosto da leitura, lendo gibis lá pelos meus dez anos, adorava ir à casa da minha tia, ela tinha vários, sempre comprava para meu primo, ficava lá sentada na varanda lendo enquanto meus primos brincavam. Mas a minha verdadeira descoberta do gosto e do cheiro da leitura foi com o livro Pollyanna, que maravilha o JOGO DO CONTENTE, como era bom saber que de tudo podemos tirar algo positivo, que tudo depende da fora como enxergamos, até hoje tento ver o mundo através do olhar de Pollyanna. Comecei a frequentar a biblioteca da escola e foi lá por meio da bibliotecária pessoa magnífica, admirável que mergulhei no mundo da leitura, ela me incentivava, separava livros para eu ler, foi então que conheci Shakespeare “ser ou não ser eis a questão” nossa que mundo se abria para mim, cada vez que lia imaginava, sonhava com cada situação, com cada personagem, quem nunca quis viver o amor de Romeu e Julieta? E assim eu fui descobrindo e sentindo a transformação da leitura em minha vida, cheguei até a ganhar na minha escola um troféu de Leitora assídua, que leu mais livros naquele ano. Hoje, agora neste exato momento ao escrever essas palavras descobri o quanto esse mundo mágico me fez o que sou.

Amigo

O livro foi-me apresentado aos 13 anos, para um trabalho de escola .Lembro-me do título “Eu,detetive”, identifiquei-me com uma das personagens, pois tinha o mesmo apelido que o meu. Foi rápido. Encantei-me e ainda estou encantada. Todo esse encantamento fez-me uma leitora ávida, sinto-me em defasagem ... quanto mais leio, mais necessidade tenho. Dois ou três livros ao mesmo tempo, tão grande a sede do meu saber. Quando estou desgastada, cansada, entristecida , é ao livro que procuro, meu melhor amigo. Só ele consegue relaxar a minha mente e me prepara para enfrentar a realidade do cotidiano. Só assim fico forte para trazer a magia do livro para minha vida, então sinto-me feliz e pronta para tudo... Com meus filhos, faço o mesmo, livros... livros por toda casa, lemos juntos, separados , para chorar, para sorrir. Fico imensamente feliz quando o meu pequeno vem com o livro debaixo do braço para que eu o leia , não dorme sem uma leitura. Quando se comporta mal, é ao livro a quem recorro, porque para ele, ficar sem história é um castigo, todos somos castigados nesses momentos e percebo que vamos dormir mais tristes...